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A corrupção não escolhe partido. A corrupção não escolhe etnia, grau de escolaridade, sexo, profissão, nacionalidade ou religião. Tanto que vemos que é um mal que assola não só o Brasil, como também países chamados de primeiro mundo como França, Espanha e Estados Unidos – onde até se cogita fraude nas últimas eleições presidenciais por suposta interferência da Rússia. Tanto que vemos atitudes ilícitas e crimes que foram justificados muitas vezes em nome dos deuses, por criminosos e ditadores que usaram da fé e da religião para esconder seus crimes e angariar fiéis - leiam-se eleitores, pois infelizmente, quase tudo gira com esse feitio.

Entretanto, a corrupção escolhe. Escolhe caráter. Ou melhor, pessoas sem caráter, sem consciência ou honradez. Pessoas que lançam mão de qualquer manobra para alcançarem ou permanecerem no poder, para conseguirem benefícios econômicos, para engordarem suas contas bancárias com dinheiro alheio, às custas da pobreza e da miséria dos outros.

Uma total deturpação da política e do próprio exercício dos cargos públicos de um modo geral! Não há escrúpulo algum para se atingir o escopo de satisfação pessoal nesse sistema que chamamos de politicagem brasileira, que deveria inclusive ser estudado cientificamente, isso para tentarmos compreender esse fenômeno que tantos males causam a nosso povo, que na realidade faz parte desse sistema e só ele pode verdadeiramente mudá-lo. http://novoeleitoral.com/index.php/artigos/hervalsampaio/1009-cidadania-nao-e-so-feita-de-direitos-temos-deveres-que-devem-ser-cumpridos

E falando em corrupção, não há como tratar do assunto e desvincular dos acontecimentos na política brasileira que como adiantado está muito mais para politicagem, em que a todo momento estoura um novo esquema, surge um novo possível envolvido  e mesmo sem apontar que necessariamente todos os políticos e partidos a tem como alicerce de suas atuações, a regra geral é indiscutivelmente baseada em tal câncer social. http://novoeleitoral.com/index.php/artigos/hervalsampaio/144-corrupcao-como-reflexo-de-toda-a-sociedade

E o é porque infelizmente nós somos, em grande maioria, corruptos e precisamos verdadeiramente mudar a base de nossas ações e acabar de uma vez por todas com esse negócio de “jeitinho brasileiro”. Nada mais é do que corrupção e que acaba justificando muito dos ilícitos que não deveriam ser aceitos por nossa sociedade. http://novoeleitoral.com/index.php/artigos/hervalsampaio/98-mudanca   

E dentre dois dos maiores partidos do país, o PT e o PMDB são aqueles com maior número de filiados citados nos pedidos de abertura de inquérito levados ao Supremo Tribunal Federal, porém só o nominamos justamente para se ter a dimensão do problema, já que como dito, mesmo não sendo absoluta nossa afirmação, os partidos, de um modo geral, têm na sua origem a corrupção e já montam sua estrutura de funcionamento com esse viés, desqualificando suas essência e por conseguinte desnaturando os seus escopos.

Como em uma partida de ping-pong, alguns estão tão preocupados em apontar o envolvimento, a participação e o cometimento de crimes do candidato ou político adversário, olvidando de verificar a honradez do seu próprio grupo político. Pelo poder, eles se acusam, se ofendem, imputam ações criminosas uns aos outros, mas quando chega no período eleitoral, se unem como se nada tivesse acontecido.

E isso acontece porque?

Por que os seus pilares estão corroídos por essa estrutura de ilicitude em que para chegarem e se manterem no poder vale tudo. Os seus donos não tem escrúpulos quando se trata do poder e sua permanência. Aliam-se com Diabo como se diz para conseguirem seus objetivos. E mesmo sabendo dos riscos que correm, a grande maioria prefere continuar do que perderem o poder.

Partidos diametralmente opostos, declaradamente inimigos criam coligações e disputam os cargos como se um só fossem. Se unem pela corrupção e estrutura de poder pelo poder que não tem limite. E nesse sentido, a recente alteração legislativa que vedou as coligações para as eleições proporcionais vem em boa hora para combater essas práticas que em nada corroboram com o ideal democrático e republicano, contudo sequer vão se aplicar de inicio aos atuais legisladores, que para se reelegerem no próximo ano, mantiveram a atual estrutura.

Não tem a menor cerimônia quando se trata de continuarem no poder e com a corrupção. Parecem que são dois irmãos siameses.

No fim das contas, eles sempre se unem. Se unem e se protegem porque possuem um único interesse em comum: se dar bem às custas do povo brasileiro pobre e manter o lucro das grandes empresas, que por muito tempo financiaram suas campanhas em troca de benefícios contratuais e tributários, num círculo vicioso e pernicioso.

Motivados por essa triste realidade, um grupo de três juristas, sob o comando do advogado Modesto Souza Barros Carvalhosa, entrou com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral requerendo o cancelamento do registro de nove partidos (PT, PMDB, PP, PROS, PRB, PC do B, PDT, PR e PSD), sob a justificativa de que os mesmos abandonaram os “princípios republicanos, democráticos e constitucionais para abraçar o crime organizado”.

Sinceramente, faltou muito partido político e citamos como exemplo, o próprio PSDB, logo se fosse realmente para extinguir os partidos políticos que têm a corrupção como seus modus operandi, talvez dos 35, poucos sobreviveriam, e por óbvio, não vamos apontar quais, até mesmo porque não sabemos precisar, porém, por outro lado, não temos a menor dúvida que os partidos hoje são a porta de entrada para o cometimento de diversos ilícitos.

E para mudar tudo isso, precisamos inicialmente tornar os partidos políticos mais democráticos internamente, evitando que os seus donos possam corrompê-los, pois sabemos que quanto mais se concentra o poder, mais se tem corrupção, daí porque sempre defendemos que as decisões partidárias fossem na prática tomadas por seus filiados e não o faz de conta que hoje prevalece em quase todos.   

Portanto, o eleitor precisa entender que a corrupção é uma doença do homem e que infelizmente não é exclusiva de um ou outro partido ou candidato, e que todos que porventura causaram algum prejuízo ao erário e instituições públicas, à probidade na administração e aos princípios democráticos, tem que ser punidos severamente, justamente para que tenhamos a mudança na origem e os poucos caroços que aqui ressaltamos não sejam atingidos pelos bandidos que dominam nossa política.

A venda nos olhos da deusa da Justiça, a Têmis, é no sentido de que ela julgue com imparcialidade os fatos, e não que faça vista grossa à aqueles que descumprem a lei justamente nessa parte tão maléfica a sociedade e que tem a sua origem infelizmente nas eleições. http://novoeleitoral.com/index.php/artigos/hervalsampaio/93-malescorrupcao

Assim, eleitor, está na hora de tirarmos a venda dos nossos olhos e começar a votar com consciência, se nós quisermos fazer desse país um lugar mais digno para que as próximas gerações não passem o que estamos vivendo nesse momento e se conscientizando na origem, os nossos partidos políticos também mudarão juntos, até mesmo porque eles são feitos de pessoas, hoje, a maioria desonesta.

E se você não concorda com essa afirmação, de regra geral, na metodologia dos partidos políticos, aponte quais não se encontram com essa premissa, pois sinceramente, não me vejo como cego, mas pode ser que eu esteja errado e seja acusado de generalização, mas prefiro tal acusação do que a de omissão quanto à luta que resolvi traçar em minha vida pessoal contra esses assassinos, travestidos de políticos e democratas!

Agora, felizmente, ainda temos políticos sérios como ressaltado no próprio título do texto, contudo como são exceções, não estão conseguindo fazer a diferença e como a saída para todos esses males está na política e na própria democracia, não podemos aceitar que bandidos disfarçados de heróis possam continuar enganando as pessoas com soluções mágicas, já que a mudança deve iniciar na própria sociedade e enquanto ela não se tocar da real dimensão, padeceremos do mesmo mal e fadados a esperança de alguém que possa nos salvar quando a salvação está em cada um de nós.