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Ao refletir sobre as consequências da incompetente administração pública do nosso País, em todas as esferas (municipal, estadual e federal), deixando de lado as questões Éticas e Morais dos nossos governantes e políticos, não porque não sejam relevantes, a ética e a moral devem sim corroborar em tudo que nos rodeia. No entanto, quero evocar questões simples de gestão que poderiam ser facilmente introduzidas para amenizar nossos atuais infortúnios nos aspectos sociais e econômicos. 

Não é de hoje, que inúmeros autores contemporâneos e especialista em administração, nos apresentam uma série de ações possíveis de implantação inclusive em nossos lares, como por exemplo: gastar menos do que se arrecada (receitas), uma “célebre receita” para quem pretende obter saldo em caixa. Apenas esta atitude já faria uma grande diferença na administração pública, onde, em determinados casos, apenas a folha de pagamento já ultrapassa a arrecadação.

No cenário empresarial, se fossemos proprietários e/ou gestores de um negócio, nossa atenção estaria voltada para a sua eficiência e eficácia. Eficiência no sentido de utilizar o mínimo possível de recursos. Eficácia, direcionando a aplicação desses recursos para atingir os resultados almejados. Isso, equivale afirmar que faríamos o que estivesse ao nosso alcance para o crescimento e fortalecimento do empreendimento. Dentre as inúmeras atitudes de um gestor competente, apresentam-se algumas regras “básicas” do contexto empresarial que devem ser implementas por um administrador público:  

Nos aspectos pessoais, é necessário desenvolver habilidades e conhecimentos orientados a gestão, além disso, a prática de valores como respeito, responsabilidade, humildade e honestidade, dentre outros. Em termos de gestão: fazer um planejamento e criar alternativas de controle para que o mesmo seja alcançado; contratar pessoas com habilidades, conhecimentos e competências para áreas estratégicas como: finanças e gestão de pessoas, além disso, estabelecer um código de ética com canais que possibilitem identificar desvios de condutas. 

Se em qualquer empresa deve ser assim, por que essas pequenas e mais uma vez “básicas” ações não são aplicadas na administração pública? Se o que se arrecada de impostos é para nos proporcionar uma vida melhor, em termos de educação, saúde e segurança, por que “eu”, entendam esse eu como “povo”, que sou dono dos recursos não exijo que tais valores sejam adequadamente administrados?  Não podemos ficar calados diante de tamanha inabilidade, vamos exigir administradores competentes na gestão pública, afinal de contas os recursos são nossos. Você colocaria seu dinheiro e /ou sua empresa nas mãos de administradores inaptos?

Rita Maria G. dos Santos

Mestre em Administração

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