Offcanvas Section

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Ao ouvir o primeiro pronunciamento na tribuna da Câmara Federal do deputado “Tiririca”, que afirmou ter desistido do referido cargo, me surpreendi com o absurdo número de absenteísmo evidenciado por ele em meio ao seu desabafo. 

A afirmação foi que apenas oito entre os 513 deputados federais cumprem seus horários de trabalho. É o número absurdo de 1,56%. Ou seja, menos de 2% dos nossos deputados são assíduos. Os 98% restantes, aparecem para “trabalhar” quando querem, ou quando recebem um incentivo “extra” para votar em algum projeto polêmico. 

Se considerarmos esses números em uma empresa privada, é possível afirmar que a mesma já estaria falida. Porém, isso não ocorre no âmbito empresarial, porque existem fatores relevantes que diferenciam o setor público do privado. Chama-se gestão e controle. Gestão aplicada de forma simples, com declaração de objetivos e a incessante busca de resultados. O controle idealizado como feedback para identificar falhas e desvios no processo de realização dos objetivos, para não comprometer os resultados esperados.

Assim deve ser no setor público. Quais seriam os principais objetivos o progresso do nosso País? Podemos começar, no mínimo, com a priorização na melhoria de três pilares principais: educação, segurança e saúde. 

Se um maior investimento para reparar tais prioridades é nosso objetivo, o próximo passo é definirmos os controles a sua realização. 

Devemos começar com a escolha dos nossos “funcionários”. Investigue, reflita e analise, quem são os deputados que passeiam na Câmara Federal. Se você, empregado de uma empresa privada, pensar em fazer o mesmo, o que aconteceria com você? A resposta você já sabe. Vamos demitir esses nossos representantes que recebem “altos salários” e não nos proporcionam resultados. Como? Não reelegendo os 98% que são muito bem pagos mais não trabalham. 

Rita Maria G. dos Santos

Mestre em Administração

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