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Por Affonso Ghizzo Neto – 16/04/2017

O fenômeno da corrupção é tão antigo quanto a humanidade, comum aos países desenvolvidos, assim como aos em via de desenvolvimento. Entretanto, modernamente – ao contrário do que ocorria num passado recente –, vem merecendo uma maior atenção por parte dos organismos internacionais, especialmente em razão da compreensão coletiva e universal do fenômeno, com efeitos negativos para a economia (macro e micro) mundial, com outros graves resultados para a humanidade, incluindo os países mais desenvolvidos.[1]

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Por Carlos Santiago


Nas democracias modernas o cidadão tem o direito de participar diretamente das decisões de governos ou delegar poder, por meio de eleições periódicas, para que outros lhe represente, como deputados, senadores e vereadores tendo como princípio o interesse coletivo.

No entanto, nos estudos sobre os fenômenos no campo da política, o sociólogo alemão Max Weber (1919), identificou um sujeito especializado e esperto, o político profissional. Aquele que usa a política como atividade lucrativa, buscando sempre mordomias e vive envolvido em escândalos, além de tratar o eleitor como mercadoria nas eleições. Não importa a ideologia dos governos, o profissional da política sempre estará presente. Uma figura típica da realidade da política brasileira!

A recente composição do Congresso Nacional e a atual formação do ministério do Governo Federal são bons exemplos do imenso poder desses profissionais, como os Piccianis, Coelhos, Sarneys, Mendonças, Jucá,os Vianas, os Neves, os Maias, os Barbalhos, Artus e outros membros de famílias que há décadas têm na política o meio para alcançar status, mordomias e preservar tão somente o futuro das parentadas.

Alguns profissionais adoram misturar fé religiosa com política partidária. Outros se mantém no poder pelo controle partidário e também pela curta memória do eleitor. Quando são atingidos por escândalos falam em aposentadorias, mas tão logo chegam as eleições eles abandonam essa ideia, é sempre assim.

Precisamos mudar. A política tem que ser um espaço de cidadãos praticando cidadania e o interesse coletivo. Mantendo-se o quadro atual da política como profissão, a democracia brasileira só irá reproduzir interesses menores.


*Sociólogo, Cientista Político e Advogado

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Por Affonso Ghizzo Neto – 09/04/2017

A sociedade contemporânea, em todo planeta, está passando por um momento crítico marcado por incertezas, por instabilidades políticas, movimentos extremistas, desigualdades econômicas e convulsões sociais, presente uma crise global com uma visível perda de referências, sendo também constatável o comportamento radical de grupos religiosos e/ou ideológicos, ausente a temperança necessária para a convivência plural, pautada pelo respeito mútuo e a aceitação das diferenças humanas.

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Por Affonso Ghizzo Neto

Decorrência natural de investigações criminais levadas a efeito contra políticos e empresários influentes, como ocorre por exemplo na chamada “Operação Lava Jato”, existem aqueles que queiram impedir magistrados, procuradores, promotores de Justiça e policiais de cumprirem com suas funções constitucionais. O ex-presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB), por exemplo, é um dos líderes do movimento que busca, a pretexto de penalizar possíveis “abusos de autoridade”, conter investigações criminais deflagradas contra políticos, empresários e outros criminosos do “colarinho branco”.

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