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Por Fernando Jiménez Sánchez – 23/04/2017 [1]

Tradução: Affonso Ghizzo Neto

Depois de ser, durante muitos anos, um problema ignorado, a luta contra a corrupção se converteu num objetivo prioritário na maior parte dos organismos internacionais nas últimas décadas. Vem surgindo importantes convênios para obrigar os Estados participantes a se comprometer na redução da corrupção em todos os âmbitos, regionais e internacionais, destacando-se o trabalho da ONU (UNCAC), a OCDE, o Conselho da Europa (GRECO) o OEA (MESICIC), dentre outros. Recentemente, inclusive a União Européia demonstrou empenho em colocar em prática um instrumento que permitiu incentivar os distintos Estados membros a combater a corrupção. É o “Informe Anticorrupção da UE”, o qual é dirigido pela Comissão Européia e cuja primeira edição foi publicada em fevereiro de 2014.

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Por Marcos Araújo

Neste final de semana, a cidade de Mossoró recebe cursilhistas (membros de um movimento da igreja católica) de várias cidades do Nordeste para uma Assembleia Regional. Essas assembleias são os albores, as auroras espirituais do movimento; elas são fontes produtoras da renovação e inovação na missionariedade evangelizadora. É uma raridade Mossoró sediar um encontro desses. O último acontecido por aqui foi há 20 anos.

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*Por Carlos Santiago

A Lava Jato corre o risco de terminar como as outras operações como o mensalão, o caso da Sudene e Sudam, o caso Carlinho Cachoeira, o Fórum Trabalhista de São Paulo, os Anões do orçamento e outros escândalos de corrupção que envolviam empresários, membros do Judiciário, ministros de Estado e políticos do Congresso Nacional. Foram cassados parlamentares, foram ministros exonerados, um ex-juiz foi preso e ex-ministros também. Mas o que melhorou de lá pra cá no sistema político brasileiro?

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Por Affonso Ghizzo Neto – 16/04/2017

O fenômeno da corrupção é tão antigo quanto a humanidade, comum aos países desenvolvidos, assim como aos em via de desenvolvimento. Entretanto, modernamente – ao contrário do que ocorria num passado recente –, vem merecendo uma maior atenção por parte dos organismos internacionais, especialmente em razão da compreensão coletiva e universal do fenômeno, com efeitos negativos para a economia (macro e micro) mundial, com outros graves resultados para a humanidade, incluindo os países mais desenvolvidos.[1]

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Por Carlos Santiago


Nas democracias modernas o cidadão tem o direito de participar diretamente das decisões de governos ou delegar poder, por meio de eleições periódicas, para que outros lhe represente, como deputados, senadores e vereadores tendo como princípio o interesse coletivo.

No entanto, nos estudos sobre os fenômenos no campo da política, o sociólogo alemão Max Weber (1919), identificou um sujeito especializado e esperto, o político profissional. Aquele que usa a política como atividade lucrativa, buscando sempre mordomias e vive envolvido em escândalos, além de tratar o eleitor como mercadoria nas eleições. Não importa a ideologia dos governos, o profissional da política sempre estará presente. Uma figura típica da realidade da política brasileira!

A recente composição do Congresso Nacional e a atual formação do ministério do Governo Federal são bons exemplos do imenso poder desses profissionais, como os Piccianis, Coelhos, Sarneys, Mendonças, Jucá,os Vianas, os Neves, os Maias, os Barbalhos, Artus e outros membros de famílias que há décadas têm na política o meio para alcançar status, mordomias e preservar tão somente o futuro das parentadas.

Alguns profissionais adoram misturar fé religiosa com política partidária. Outros se mantém no poder pelo controle partidário e também pela curta memória do eleitor. Quando são atingidos por escândalos falam em aposentadorias, mas tão logo chegam as eleições eles abandonam essa ideia, é sempre assim.

Precisamos mudar. A política tem que ser um espaço de cidadãos praticando cidadania e o interesse coletivo. Mantendo-se o quadro atual da política como profissão, a democracia brasileira só irá reproduzir interesses menores.


*Sociólogo, Cientista Político e Advogado

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