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ποταμῷ οὐκ ἔστιν ἐμβῆναι δὶς τῷι αὐτῷ.

Não, não se assuste paciente leitor(a) destas mal traçadas linhas! Esse troço aí é a famosa epígrafe de Heráclito de Éfeso (que viveu mais de quinhentos anos antes de Cristo) em língua grega e que, numa tradução livre significa: "não é possível entrar duas vezes no mesmo rio".

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Embora já tenha feito bem mais estragos que o processo do “Mensalão”, que correu no Supremo Tribunal Federal (Ação Penal nº 470/STF), a Operação Lava Jato segue o mesmo figurino novelesco daquele, porém, com uma componente mais espetaculosa: os alvos desta são claramente o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff, tudo facilitado pelo suspeito azeite das delações premiadas de alguns dos maiores empresários brasileiros, a começar pelo “coordenador” do cartel das grandes empreiteiras que contratavam com a Petrobrás, Ricardo Ribeiro Pessoa, o presidente da empresa UTC que é a sigla, segundo dizem, da consigna “Unidos Tomaremos de Conta”...

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Na esteira da ideia-força de que toda corrupção deve ser castigada, parcela significativa do aparato punitivo estatal brasileiro condensado no tripé Magistratura-Ministério Público-Polícia, aliado às poderosas estruturas midiáticas nacionais, tem investido no “espetáculo”, na “novelização” dos processos judiciais, a exemplo do tom espetaculoso dos desdobramentos judiciais da chamada “Operação Lava Jato”, da Polícia Federal, que apura práticas de ilícitos relacionadas com o pagamento de propinas milionárias a executivos da Petrobrás, com destinação de recursos financeiros para financiamento de partidos políticos e campanhas eleitorais.

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Nas discussões que antecederam o advento de Lei Complementar Estadual nº 308, de 25 de outubro de 2005, que reestruturou o Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Rio Grande do Norte, um conhecido magistrado potiguar afirmou, quase aos berros, para estarrecimento de alguns dos presentes, que os juízes deste Estado não eram servidores públicos no estrito sentido da palavra, mas, “membros de Poder” e, portanto, não poderiam ser submetidos às mesmas regras previdenciárias que abrangeriam os barnabés estaduais. Uma pérola de contrassenso e arrogância, ademais do claro desconhecimento das linhas mestras do Direito Administrativo pátrio. E da Constituição.

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