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Quais interesses verdadeiramente prevalecem nos atos estatais promovidos pelos nossos políticos?

Porque será que não conseguimos objetivamente cumprir os valores da Constituição e das leis constitucionais nas decisões do Estado?

Até quando teremos o “jeitinho brasileiro” se fazendo presente nas decisões e descumprindo o texto constitucional?

Quando os nossos políticos deixarão de lado, essa mania de atender a particularidades, e desrespeitar o nosso bem maior, a Carta Magna?

Começo esse texto ainda perplexo com a teratológica decisão do Senado Federal e talvez por isso tenha perdido a primeira versão quando já a finalizava, que simplesmente rasgou a nossa Constituição, colocando até mesmo em cheque todo o processo, que até então obedecia ao devido processo legal, pois como descumprir objetivamente nossa Carta Magna sem nenhuma cerimônia.

Tal fato ocorreu talvez para ratificar o que venho dizendo há algum tempo com relação à marca do fisiologismo, sentido amplo do termo, que vem prevalecendo em nossa política, ao ponto de transformá-la em politicagem, deixando patente a estrutura de poder pelo poder que marca todo o agir da maioria dos políticos e hoje tão somente se ratificou, sem qualquer cerimônia, tal prática.

O nosso texto vem de modo distinto, pois traremos nele inicialmente seis imagens de nosso Twitter pessoal @hervalsampaio que publicizaram a nossa indignação com tal decisão e ao tempo que trouxe a posição de vários outros constitucionalistas, que como eu ficaram atônitos sem entender o que estava acontecendo, mas foram uníssonos em destacar o absurdo da decisão, senão vejamos:

E mais uma pergunta, como se comprova mais uma manobra para atender outros interesses e rasgar nossa Constituição de modo tão escancarado? A própria votação no painel do Senado Federal na votação do segundo destaque, após fatiamento, traz 16 senadores que simplesmente voltaram atrás em relação a consequência automática do impeachment segundo o artigo 52 da Carta Magna.

 

E parece que tal manobra surpreendeu a então base do Governo, tendo gerado revolta de vários líderes do PSDB, a qual a publicizaram após a votação que teve o peculiar direcionamento do Senador Renan Calheiros, pertencente ao partido que mais exemplifica o modelo fisiologista que tanto condenamos e que afasta as pessoas de bem de nossa política. E também disse isso publicamente em nossas redes como vimos abaixo em mais três imagens:

Política esta que há muito tempo não cumpre sua função maior, qual seja, servir a nossa coletividade e a decisão ora combatida é prova cabal, independentemente das qualidades pessoais de nossa ex-Presidente como se justificou. Será que podemos afastar o cumprimento objetivo da Carta Magna porque a pessoa a ser condenada, por exemplo, apesar da conduta errada, é boa e honesta?

 

Meu deus, nos atos estatais não cabem nunca os nossos valores pessoais e de um modo geral, os nossos homens públicos não conseguem enxergar isso e sempre agem com tais referenciais, descumprindo os atos normativos na maior “cara de pau”.

 

Portanto, esse pequeno texto com noves imagens de nossas manifestações nas redes sociais tem o intuito tão somente de demonstrar o “modus operandi” de nossa politicagem e muito menos analisar juridicamente a decisão, contudo de tão teratológica, talvez nem se faça necessário, pois não tenho menor dúvida que STF irá fazer valer o texto constitucional, a qual de modo muito claro enfrentou a questão e previu penas autônomas e conjuntas.

 

E porque as mesmas não foram aplicadas como no caso Collor?

 

Nós veremos claramente isso nos dias que se seguirão, a partir da elasticidade tão comum aos políticos peemedebistas, que sempre estarão no poder e mesmo divididos estão em todos os lados. Dá para acreditar em um partido que se amolda a tudo?

 

Parte dele, conseguiu vencer em duas votações, que em tese são contraditórias e incompreensíveis juridicamente, mas tal atitude é a demonstração cabal de nossa politicagem, que somente vai cessar quando o povo verdadeiramente se revoltar e isso só acontece nas urnas.

 

Resta-nos continuar a nossa luta de conscientização, que passa por textos, como o presente, justamente para abrir os olhos de nosso povo, que às vezes vê as coisas, mas não faz nada, porém não podemos perder a esperança em nossas futuras gerações.

 

Nas eleições que se aproximam porque continuar votando em quem não cumpre a nossa Constituição?

Só estou conseguindo deixar aqui nesse texto a primeira imagem, mas postarei agora na sequencia as seis primeiras e depois as três outras, em nosso Twitter e Facebook, de modo que se tenha ideia como um todo do que aqui reproduzimos.    

 

         

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